Dúvidas

A cremação é o processo de transformação de um corpo em restos cremados ou cinzas. O processo ocorre com a incineração de corpos a temperaturas altíssimas (entre 900 a 1.200 graus). Através de um processo que dura entre duas e três horas, chamado de pirólise, este corpo é reduzido a fragmentos minerais que são removidos do forno e colocados em um processador para redução final.

Apesar de parecer moderna, a cremação é uma tradição de quase 3 mil anos. Em algumas antigas religiões orientais, queimar o cadáver era uma prática de consagração, pois se acreditava que o fogo tinha função purificadora. No mundo ocidental a cremação também não é novidade. No século 10 A.C., os gregos cremavam os corpos de soldados mortos na guerra e enviavam os restos cremados (cinzas) para sua terra natal. Claro que, naquela época, a cremação era feita em piras, a fogo aberto. A novidade são os crematórios ultramodernos, como os do Crematório Metropolitano, que disponibilizam a cremação de forma digna e higiênica, através de equipamentos importados especialmente para este fim.

É sempre importante conversar com familiares sobre o assunto, para que, no fim da vida, seu corpo tenha o destino que você desejava. Também é possível adquirir um plano antecipado do próprio Crematório Metropolitano, que, ao ser adquirido, expressa a sua decisão. Caso nada disso seja feito em vida, seus familiares mais próximos poderão autorizar a o procedimento. Por isso, mantenha-os sempre informados sobre a sua escolha.

Em geral entre 2 a 5 kg de restos cremados são resultantes do processo de cremação.

São colocadas em uma urna e entregues aos familiares. A urna pode ser escolhida previamente pela família. Dentre as opções existem modelos ecológicos, em madeira, bronze, porcelana e outros.

A urna estará disponível no Crematório Metropolitano 24 horas após a cerimônia de despedida.

O Crematório Metropolitano trata os corpos com muito respeito e dignidade. Por isso, os corpos são sempre colocados no forno dentro do ataúde (caixão) de madeira. Objetos como terços, óculos, anéis, vidros em geral e próteses mecânicas externas serão retirados. Além disso, existem objetos que oferecem riscos, por serem radiativos ou explosivos como marca-passos e baterias, e estes devem ser removidos do corpo e/ou caixão antes mesmo do ente querido ser entregue ao Crematório. Quem se encarrega disso é a funerária.

Quase tudo. Como falamos, objetos como alças e varões de metal, vidros e outras partes de metal do ataúde, além de alguns objetos pessoais do falecido, por exemplo, joias, não podem ser incineradas, e serão colocados à disposição da família. Caso não haja interesse, o Crematório Metropolitano descarta os materiais de forma adequada. O Ataúde e as roupas são integralmente consumidos pelo calor.

Não. A cremação ocorre 24 horas após o óbito, tempo suficiente para a realização de todas as cerimônias fúnebres tradicionais. Caso a família seja Espírita e manifeste o desejo de aguardar 72 horas para a cremação, o Crematório Metropolitano somente procederá a cremação depois de transcorrido este tempo. Neste caso, o corpo permanecerá numa câmara de conservação até completar o tempo de 72 horas do óbito. Somente após este tempo será realizada a cremação

São fragmentos minerais de ossos calcinados – ou, numa linguagem mais simplificada, restos mortais cremados.

Os restos mortais são entregues acondicionados em uma urna especial previamente escolhida pela família, que pode ser de bronze esculpido, porcelana, ecológica ou outros materiais disponíveis.

Especialistas recomendam que haja um local de referência para que atuais e futuras gerações da família possam prestar homenagens aos seus entes queridos, assim como nos sepultamentos tradicionais. Dessa forma, a urna pode ser levada para casa, colocada em jazigos familiares, ou em nichos no Columbário (local próprio para a guarda de urnas com restos cremados). E é claro que, dependendo da vontade da família, também há a opção de espargir os restos cremados – isto é, colocá-las no Jardim In Memoriam (dentro do Crematório Metropolitano) ou em locais de referência para a família ou simbolizavam para o ente querido.

Sim. É possível fazer a cremação de restos sepultados há mais de três anos. O procedimento é semelhante ao tradicional e a busca por esse tipo de cremação tem sido cada vez maior. Basta entrar em contato com o Crematório Metropolitano e solicitar orientações de como proceder.

Atualmente, apenas duas religiões se opõem à cremação: o judaísmo ortodoxo e o islamismo. Todas as outras, que compreendem a grande maioria da população mundial, como a católica e a evangélica, não se opõem à prática.

Fonte: Monica Buonfiglio

Em alguns países, a escolha pela cremação chega a quase 100% da população. Confira os índices a seguir:

Japão – 99%
Hong Kong – 83%
República Tcheca – 77%
Cingapura – 77%
Suiça – 75%
Grã-Bretanha – 72%
Nova Zelândia – 70%
Canadá – 59,2%
Austrália – 65%
China – 48%
Estados Unidos – 42%
Argentina – 14%
Itália – 7%
África do Sul – 6%
Irlanda – 6%

O velório acontece normalmente, com o tempo de duração que a família estipular. Porém, depois dessa cerimônia, o corpo ao invés de ser sepultado é levado, dentro do ataúde, para o forno crematório.

A maneira de garantir que seja respeitada sua vontade é através da compra antecipada de um plano de cremação do Crematório Metropolitano. Existem três modalidades disponíveis: Standard, Plus e Memoriam. Também é possível deixar mais clara essa vontade ao assinar a Declaração de Intenção do Crematório Metropolitano e registar em cartório. Fora tudo isso, é importante sempre conversar com a família e comunicar as intenções sobre a cremação.