Arquivo de março, 2011
31 de março de 2011 às 11:28
A partir de hoje, e uma vez por semana, vamos postar dicas de leitura para você que acompanha o blog da Cortel. A dica de hoje é do livro De Frente Para o Sol do psiquiatra e escritor norte-americano Irvin Yalom, autor de Quando Nietzsche chorou, best seller mundial.

Por trás das nossas angústias, vive o fantasma da morte. Embora as religiões cumpram o papel de nos oferecer uma resposta para nossa existência, sobre a morte todas as nossas construções são imaginárias. A morte não deve ser temida. De certa forma, somos todos imortais, uma vez que algo de nós se transmite aos que nos rodeiam e aos nossos herdeiros por meio do que Yalom chama de propagação. Este livro se propõe a ser um guia acessível a todos aqueles – tanto leitores comuns quanto psicoterapeutas – que desejam fazer uma reflexão mais aprofundada sobre os mistérios que para cada um de nós abriga o futuro e o destino. Um olhar sem hesitação para a morte constitui a mensagem de Irvin D. Yalom, que sugere a necessidade de analisá-la com a mesma independência que temos para confrontar outros medos.
O livro apresenta análises psicológicas de pessoas que sofreram com problemas relacionados à morte de forma inconsciente, e tiveram oportunidades de aflorá-los com a ajuda profissional.
Apesar da conhecida posição religiosa do autor, o texto flui de forma leve, sem drama ou preconceito. Pelo contrário, todas as citações são extremamente responsáveis e éticas.
Leia um trecho do livro aqui.
30 de março de 2011 às 17:31
Apesar de apenas 5% das famílias brasileiras optarem pela cremação, esse procedimento é um dos processos mais antigos praticados pelo homem. Em diversas sociedades primitivas, o costume era frequente, por se tratar de uma ação prática e higiênica, protegendo o resto do grupo de tornar-se presa fácil para animais de grande porte. Os gregos adotaram a cremação por volta de 1000 AC, seguidos pelos romanos em 750 AC. Nessas civilizações, como a cremação era considerada um destino nobre aos mortos, o sepultamento por inumação ou entumulamento era reservado aos criminosos, assassinos e aos fulminados por raios (considerada até então uma “maldição” de Júpiter).
Atualmente, é aceita por cristãos, budistas e espíritas, superando o número de enterros no hemisfério norte. Para a religião judaica, a cremação não é praticada, pois o corpo não pode ser destruído, com o argumento de que a alma se separaria dele lentamente durante a decomposição.
O que é cremação?
É um procedimento moderno que acelera a decomposição do corpo transformando-o em cinzas.
Qual a diferença entre velório e cremação?
O velório é realizado normalmente e a sua duração, como no caso do sepultamento, é decidida pela família. Após o velório, ao invés de ser sepultado, o corpo é encaminhado para a cremação, sendo necessário o ataúde (caixão) para que o corpo seja cremado.
Quais os trámites legais para ser cremado? É preciso deixar por escrito o desejo de ser cremado?
Para o corpo ser cremado é necessário, por determinação legal, aguardar no mínimo 24 horas do óbito. Além de:
- Declaração de vontade expressa em vida.
- Autorização de dois familiares para morte natural.
- Autorização judicial ou policial para morte violenta.
- Atestado de óbito firmado por dois médicos particulares ou um legista com CRM legível.
Como ocorre a cremação?
O corpo dentro do ataúde é colocado no equipamento de cremação. Através de um processo que dura entre duas a três horas, chamado de pirólise, este corpo é reduzido a fragmentos minerais que são removidos do forno e colocados em um processador para redução final. Os restos cremados resultantes, pesando entre 2 a 5 kg, são colocados numa urna que é entregue à família.
O que fazer com a urna e os restos depois da cremação?
A opção pela cremação não exclui a possibilidade da família ter um local para homenagear seus familiares, como no caso do sepultamento. Alguns especialistas inclusive recomendam que exista um local de referência para as gerações futuras. Existem locais específicos para guardar a urna, como o Columbário – sala com espaços especiais e visor de vidro, ou espaços perpétuos com acabamento em granito no próprio Crematório Metropolitano. Caso a família prefira, os restos cremados podem ser espargidos, normalmente em bosques, no mar ou em locais de sua preferência.
Fontes: Wikipedia, Revista Mundo Estranho e Revista Superinteressante
29 de março de 2011 às 13:53
Já é tendência no mundo adotar métodos mais sustentáveis nos funerais e sepultamentos. O chamado “funeral verde” está se tornando popular. Planejar o seu próprio funeral, o funeral de algum membro da família ou de um amigo pensando no meio ambiente é totalmente possível.
Respeite os desejos do falecido
Se essa pessoa for ambientalista e amar a natureza, um funeral verde pode ser muito importante para ela. Se ela não deixar instruções ou planos por escrito, discuta suas opiniões com outros membros da família e amigos próximos com quem o falecido possa ter feito confidências.
Considere a escolha por uma urna funerária ecológica
Quando fizer preparativos para um funeral, se você ainda desejar ser sepultado, mas não gosta da ideia de uma urna de fibra ou metal ou outro tipo de urna que dure para sempre, existem alternativas para as urnas tradicionais de madeira nobre. Urnas de papel reciclado são biodegradáveis ao longo do tempo.
Existem também urnas de madeira leve ou de cartolina que também são utilizadas para sepultamentos verdes.
Cremação
Uma opção óbvia quando estiver planejando um funeral verde é a escolha pela cremação. O corpo é reduzido a fragmentos calcários e pode ser guardado pela família numa urna cinerária ou então, os restos cremados podem ser jogados no mar, jardins ou em locais favoritos e previamente escolhidos pelo ente querido que se foi.
Deixe uma marca verde como herança
Quando um membro da família ou amigo é cremado, uma alternativa ao local de sepultamento é plantar uma árvore em seu nome. Esta ação permite que amigos e familiares tenham um local para ir prestar suas homenagens, e a nova árvore ajudará na preservação do meio-ambiente.
Outras ideias para preservar o meio ambiente incluem enviar plantas vivas e em vasos como uma alternativa às flores cortadas e pedir que utilizem papel reciclado para a programação e os textos a serem usados durante o serviço de velório.
28 de março de 2011 às 08:22
Adriana Farias Binotto*
Segundo especialistas, o luto pela perda de uma pessoa amada é a experiência mais universal e ao mesmo tempo mais assustadora que vive o ser humano. Diante da perda de um ente querido podemos nos desorganizar, nos paralizar. Sentimos-nos desprotegidos, nosso mundo inteiro pode parecer ter mudado de repente… E na verdade mudou! À nossa frente, a vida parece vazia de significado e repleta de dor, tristeza, solidão… É comum questionarmos nosso relacionamento, nossas atitudes para com a pessoa falecida. Brigamos com Deus, brigamos com quem está querendo nos ajudar, nos irritamos ou ainda simplesmente silenciamos… Estamos diante do luto!
Viver o luto é deixar a dor ser dor. É um processo normal, importante para a saúde mental, que traz a possibilidade de nos reconstruirmos, de reorganizarmos nossos recursos emocionais e nos adaptarmos às mudanças trazidas pela perda. É um processo que demanda tempo, um tempo que é único para cada pessoa. Se compararmos a perda a um ferimento, o luto seria o processo de cicatrização. Assim como é necessário que a pessoa ferida receba cuidados, o enlutado requer acolhimento, atenção, escuta e validação de seus sentimentos.
O impacto da perda é sentido também nas relações familiares. Cada membro está diante de sua própria crise. O funcionamento do grupo e o papel que cada um desempenha altera-se significativamente. A comunicação nem sempre flui. Ao enfrentar o luto em família, é muito importante que esteja claro que cada pessoa vai sentir e reagir a seu modo. A intensidade das manifestações de sentimentos ou a presença de choro não são indicadores de quem está sofrendo mais ou menos, ou de quem gostava mais ou menos de quem faleceu. Há, por exemplo, a questão do gênero, com as mulheres tendendo a expressar mais seus sentimentos, e os homens a serem mais reservados. Para além dessa questão cultural, no entanto, cada pessoa tem seu jeito peculiar de reagir e de expressar seus sentimentos. E mais que as manifestações de sentimentos, as reações das pessoas, no conjunto do grupo, trazem as transformações, e a cada membro da família novas responsabilidades e novas perspectivas também. No âmbito da família, em meio à diversidade de manifestações e reações, o reconhecimento e o respeito por parte de cada membro são de fundamental importância, para que não se perca em disputas e desconfianças esse que é um dos seus grandes recursos: a capacidade de compartilhar a dor.
Muitas vezes a ajuda, o carinho e o apoio que vêm da família e dos amigos, a crença religiosa e o convívio social por ela proporcionado são tudo de que as pessoas precisam para poderem se reconciliar com a vida. Cada caminho, no entanto, é próprio, é único. Por isso, para quem quer ajudar um enlutado, talvez o melhor seja perguntar a ele como quer ser ajudado. Dessa forma, ele se sentirá respeitado em sua autonomia, e também ficará claro que nosso desejo é apenas ajudá-lo. Digo isso porque o estado apresentado pelo enlutado muitas vezes provoca angústia, sensação de impotência e ansiedade nas pessoas a sua volta. Assim, muitas pessoas bem-intencionadas (mas desinformadas) abordam o enlutado manifestando que afinal o pior de sua dor já passou, que já é hora de “tocar pra frente”, que é necessário “ser forte”…. Esse tipo de atitude apenas provoca mais dor, confusão e raiva.
Uma imagem que pode simbolizar o luto é a de uma paisagem invernal em que uma estrada começa a se tornar visível com os primeiros e oblíquos raios de sol que penetram o nevoeiro. Por vezes, o enlutado estará voltado a sentimentos de tristeza, à busca de elementos de seu passado com a pessoa falecida; em outros momentos, estará tentando reconstruir, dar um novo sentido a sua vida, voltando a investir em novos vínculos. Uma das grandes preocupações do enlutado ao sair de seu processo de luto é a de esquecer seu ente querido, com medo de que sua memória e presença percam-se em meio aos novos acontecimentos e distrações da vida que segue. Acontece, porém, que em suas idas e vindas entre a dor e a esperança, ao longo de seu processo de luto, o enlutado descobre que a pessoa falecida na verdade está, e estará sempre, em sua memória, como parte de suas experiências que orientam cada movimento e decisão de sua vida a partir dali. Afinal de contas, a história que vivemos e construímos com quem amamos nada nem ninguém pode tirar de nós.
*Psicóloga Especialista em Intervenção, Teoria e Pesquisa em Luto pelo 4 Estações Instituto de Psicologia – SP – CRP 07/08250
Coordenadora da AB – Clínica de Psicologia e Apoio ao Luto – Porto Alegre/RS
adriana@abclinicadoluto.com.br
www.abclinicadoluto.com.br
26 de março de 2011 às 09:56
Luiz Miguel O. Dubal*
Com o eventual falecimento de um ente querido, a família enlutada depara-se com algumas situações a serem revolvidas. Dentre essas, surge a necessidade de partilhar os bens deixados pelo falecido, via o conhecido inventário (judicial, até o ano de 2007; ou, a partir de 2007, também pela via extrajudicial).
Objetivando partilhar os bens deixados de forma ágil, foi editada em 04 de janeiro de 2007 a Lei Federal n. 11.441, possibilitando que o inventário seja realizado pela via extrajudicial, ou seja, por meio de Escritura Pública a ser lavrada em Tabelionato de Notas que, posteriormente, deverá seguir ao registro no local da existência dos bens, via Álbum Imobiliário, Detran, Junta Comercial, etc, para a efetiva transferência de titularidade.
Para se efetivar o inventário pela via extrajudicial, no entanto, a citada legislação previu alguns pré-requisitos, a saber: existência de, somente, herdeiros capazes; ausência de testamento deixado pelo falecido; e, ainda, que entre os herdeiros exista prévio consenso acerca da partilha a ser efetivada. Esses, entre outros, são os principais pontos a serem observados por quem desejar inventariar, pela via extrajudicial, os bens deixados pelo falecido.
A bem da verdade, não existe obrigatoriedade em se fazer o inventário pela via extrajudicial, portanto essa é faculdade dos herdeiros que, se desejarem, poderão optar pela via judicial, já há muito conhecida pela morosidade. Trata-se, portanto, de uma faculdade, ou seja, os herdeiros poderão escolher a via que lhe seja mais favorável, sendo a judicial obrigatória quando houver testamento, divergência ou herdeiros incapazes.
O inventário extrajudicial poderá ser lavrado perante qualquer Tabelionato de Notas do País (posteriormente, o registro deverá ser feito na localidade dos bens deixados) e, obrigatoriamente, deverá ser assistido por advogado regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil. A atuação desse profissional deverá ser idêntica à esfera judicial no que tange aos deveres, responsabilidades e princípios éticos. Ou seja, o advogado deverá bem informar seus clientes, sobre todo o ato notarial a ser realizado.
Já no início do inventário extrajudicial, necessária será a nomeação de interessado, dentre um dos herdeiros, para representar o espólio, com poderes de inventariante, até o final, cabendo a esse atender as obrigações ativas e/ou eventuais passivas pendentes. Necessário será, igualmente, para dar-se por encerrado o inventário extrajudicial a prova de quitação dos tributos relativos aos bens do espólio.
Importa registrar-se, por oportuno, que ao Tabelião é dado o direito de negar-se, de forma justificada, a dar andamento a lavratura da Escritura de inventário se houver indício de fraude ou dúvida sobre a declaração de vontade de algum dos herdeiros. Em isso ocorrendo, os herdeiros deverão seguir a via judicial.
Para a confecção do inventário pela via extrajudicial, alguns documentos serão necessários, notadamente certidão de óbito do falecido, identificação dos herdeiros, comprovação do vínculo de parentesco dos herdeiros com o extinto, certidão de propriedade dos bens imóveis ou móveis, atualizada e posterior à data do óbito, certidão negativa municipal, estadual e federal, entre outros.
Pode-se destacar que o legislador previu, e a prática já tem isso demonstrado, como principal benefício dessa via (extrajudicial), a importância da prévia conciliação entre os herdeiros e, sem sombra de dúvidas, a agilidade do procedimento, considerando-se o tempo que, infelizmente, por vezes, esse leva na via judicial.
Essa nova Lei inovou o ordenamento jurídico brasileiro, pois, além de tornar mais rápido o desfecho do inventário amigável, objeto deste artigo, procedimento também usado na separação e no divórcio consensual, tornou a sua realização mais simples, ágil e eficaz, contribuindo para que se diminuam os processos desse gênero em nosso lento Poder Judiciário, bem como um avanço em nossa sociedade, tornando-se um instrumento útil ao exercício da cidadania.
Com esse breve relato, portanto, cabe aos herdeiros examinarem (exercendo decisão) a conveniência, ou não, do inventário extrajudicial, reforçando-se, sob nossa ótica, que essa alternativa deve ser considerada como salutar, célere e de menor onerosidade.
*Advogado
Av. Cristóvão Colombo, 881, cj. 208, Floresta, Porto Alegre, fone (51) 3225-1537, e-mail: dubal@via-rs.net
25 de março de 2011 às 09:08
Este fim de semana ocorrem o Projeto de Apoio a Enlutados (PAE), iniciativa pioneira do Grupo Cortel, criada em 2002 para oferecer o mais completo atendimento. Os encontros tem como objetivo proporcionar um momento de reflexão sobre questões que envolvem as fases do luto.
Os temas variam ao longo do ano e a agenda de 2011 inicia com o a palestra “Seguindo o Caminho Através das Estações do Luto”. A atividade é gratuita e conta com grande receptividade e participação da comunidade.
O primeiro encontro acontece neste sábado, a partir das 15h30m no Crematório Metropolitano São José, em Porto Alegre. Domingo é dia de palestra em São Leopoldo, no Memorial Ecumênico Cristo Rei – Cemitério Parque, a partir das 10h. A programação, nos dois dias, inicia com missa e prossegue com a palestra de apoio, a cargo de psicólogas.
O que? Projeto de Apoio a Enlutados (PAE)
Tema: Seguindo o Caminho Através das Estações do Luto
Quando? 26/03/2011
Onde? Crematório Metropolitano São José (Porto Alegre)
Horário? 15h30m
Informações: www.crematoriometropolitano.com.br
0800 51 26 24
Quando? 27/03/2011
Onde? Crematório Metropolitano Cristo Rei e Memorial Ecumênico Cristo Rei – Cemitério Parque (São Leopoldo)
Horário: 10h
Informações: www.memorialecumenico.com.br
(51) 3592 3088
24 de março de 2011 às 20:42

Faleceu ontem a atriz britânica Elizabeth Taylor. O funeral ocorre nesta quinta-feira, segundo o site americano TMZ. Ela será enterrada no mesmo cemitério de Michael Jackson, o Forest Lawn, em Glendale, na Califórnia.
No mesmo cemitério, há outros astros como Clark Gable, Humphrey Bogart, Walt Disney, Nat King Cole, entre outros.
Elizabeth deixou um legado ao cinema mundial, destacando os filmes Quem Tem Medo de Virgínia Woolf e Cleópatra. A atriz morreu cercada por seus filhos, Michael Wilding, Christopher Wilding, Liza Todd e Maria Burton. Ela deixa dez netos e quatro bisnetos. A família pediu a todos que, em vez de enviarem flores, façam pequenas contribuições para a fundaçao da atriz que luta contra a AIDS, através do site. E criou ainda uma página no Facebook para qualquer pessoa poder deixar o seu testemunho e a sua mensagem.
O cemitério Forest Lawn-Glendale é lembrado por possuir uma ampla coleção de arte e arquitetura de fama mundial, desde 1986. No local é possivel encontrar réplicas exatas das obras mais famosas de Michelangelo, como o Davi, Moisés e A piedade.
Também existem réplicas da imortal representação da The Last Supper de Leonardo da Vinci em um vitral , uma das maiores réplicas do mundo.


Criada na Italia por Rosa Caselli Moretti, a obra foi realizada usando os croquis de Leonardo Da Vinci
A coleção conta, também, com estátuas originais de bronze e mármore, moedas raras e vitrais do século XIII.

Situado no patio dos Gardens of Contemplation,o laberinto de Forest Lawn foi inspirado no que está na Catedral de Chartres, França
24 de março de 2011 às 10:16
Paris é a cidade da Torre Eiffel, do Louvre, dos Jardins de Luxemburgo e da Champs Élysées. Porém, um dos pontos turísticos mais interessantes da cidade luz é o cemitério Père Lachaise, sinônimo de um interessante passeio para observar obras de arte, tombadas pelo patrimônio histórico francês, e visitar túmulos de grandes nomes da história política, cultural e econômica
do mundo.
Localizado em uma área de 44 hectares, no 20°arrondissement – como são chamadas as regiões de Paris – o Père Lachaise é uma das principais áreas verdes da capital francesa. Seu nome é uma homenagem ao padre confessor de Louis XIV, que durante sua vida se dedicou a embelezar o cemitério.
Dos grandes nomes que repousam lá, estão Allan Kardec, Edith Piaf, Serge Gainsbourg, Frédéric Chopin, Marcel Proust, Jim Morrison e tantos outros.
Alguns dos túmulos mais visitados são os de Allan Kardec e de Edith Piaf. Mas, sem dúvida, um dos mais famosos é o de Oscar Wilde. No dia 1º de dezembro de 1900, o jornal The New York Times publicou :
“MORTE DE OSCAR WILDE - Ele terminou em um obscuro hotel no Quartier Latin em Paris. Disseram que teria morrido de meningite, mas há um boato de que cometeu suicídio.”

O anúncio de falecimento comunica que o escritor morreu às três da tarde do dia 30 de novembro e que teria vivido os últimos meses sob o nome de Manmoth. Chegava ao fim a vida de Oscar Fingal O´Flahertie Wills Wilde, nascido na cidade inglesa de Dublin em 1854.
Depois de ser celebrado por escrever O retrato de Dorian Gray, de 1891, e por uma série de peças de sucesso, sua vida mudou completamente ao ser processado pela família de Lord Alfred Douglas, um jovem aristocrata por quem Wilde se apaixonou e com quem compartilhou um estilo de vida excêntrico. Condenado a trabalhos forçados que consumiram sua saúde e sua reputação, Oscar Wilde exilou-se em Paris. O escritor viveu seus últimos anos por lá. Hoje, ainda é possível visitar a casa onde o escritor inglês viveu e também o seu mausoléu, famoso pelas marcas de batons ali deixadas.

Para quem não pode ir até Paris, é possível fazer um tour virtual no site do cemitério clicando aqui
21 de março de 2011 às 09:53
A partir de hoje inauguramos o Blog In Memoriam do Grupo Cortel, um novo canal de comunicação com a comunidade.
O objetivo deste espaço é falar sobre assuntos relacionados a este momento difícil e comum para todos nós: a perda de um ente querido. Vamos abordar por aqui o luto posterior à perda, as burocracias que as famílias enfrentam, curiosidades e novidades em rituais de despedida, entre outros temas.
Neste canal vamos divulgar palestras e eventos do Crematório Metropolitano e Cemitérios do Grupo Cortel, bem como horários e dias de realização de palestras do Projeto PAE, entre outras novidades.
Nosso foco é gerar conteúdo relevante e suprir dúvidas de nossos leitores. Esperamos seus comentários, dúvidas ou sugestões.
Veja imagens dos Crematórios do Grupo Cortel.

Em operação desde abril de 2002, o Crematório Metropolitano São José disponibiliza a mais moderna estrutura de atendimento e serviços do Brasil em cremação, sepultamentos e capelas para velório.

Localizado entre o Horto Florestal e a UNISINOS, o Memorial Ecumênico Cristo Rei - Cemitério Parque possui uma completa estrutura disponível tanto para cremação como para sepultamento tradicional.

No Crematório Metropolitano Saint Hilaire a beleza natural está aliada a uma completa estrutura de serviços e espaços inovadores. Assim é Bosque In Memoriam, um santuário de árvores centenárias, com recantos preparados para reflexão, espargimento das cinzas.
UGA PLANT BREEDERS. Allan Armitage; Roger Boerma; Joe Bouton; Bill Branch; Will Corley; Albert Culbreath; Mike Dirr; Ronny Duncan; Wayne Hanna; Jerry
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